Conhecido popularmente como ‘pedra’, o cálculo de vesícula é formado quando ocorre um desequilíbrio físico-químico entre os três componentes que formam a bile produzida pelo fígado para eliminar o colesterol do órgão.

A formação dessas pedras pode permanecer silenciosa e indolor por muito tempo, porém a movimentação dos cálculos pelo canal pode provocar cólicas intensas. Quando o cálculo encrava no ducto cístico, impedindo a passagem de bile, esta é retida na vesícula e desencadeia um processo inflamatório e infeccioso agudo que se chama colecistite aguda.

A colecistite aguda pode regredir ou não. Quando for persistente, vai se comportar como um abscesso local. Pode romper, ficando bloqueada sob o fígado ou romper para dentro do abdômen provocando peritonite aguda. Quando um cálculo sai da vesícula biliar e progride para o canal hepático obstruindo esse canal, a bile não passa para o intestino e reflui através das células hepáticas para a corrente circulatória. A bilirrubina refluída para o sangue provoca uma cor amarelada de pele típica que é chamada de icterícia. Essa bile retida pode infectar, provocando doença grave designada colangite aguda.

Tratamento
O tratamento dos cálculos da vesícula biliar envolvem cirurgia. A vesícula é o órgão doente e a fonte produtora dos cálculos e se não for retirada continuará a produzi-los com um grande potencial de complicações.

A vesícula é fundamental para o organismo?

Não. Quando a vesícula biliar deixa de funcionar por doença ou é extraída cirurgicamente, os canais biliares intra e extra-hepáticos dilatam para conter mais bile. Sem a vesícula, embora menor, a quantidade de bile é suficiente para desempenhar sua função digestiva.

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