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03/set/2019

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) vai passar por uma nova cirurgia no abdome no próximo domingo (8), para corrigir uma hérnia incisional da parede abdominal ( local da cirurgia anterior ). Será a quarta operação após ele ter sido atingido por uma facada durante a campanha eleitoral em 2018.

A hérnia é uma abertura que ocorre nos músculos da parede abdominal e que permite a protrusão ou a passagem de um órgão ou de parte dele, promovendo um abaulamento e alterando a forma do abdome. A hérnia incisional ocorre em locais onde já foram feitas outras incisões cirúrgicas em 10% a 15% dos pacientes.

Segundo o cirurgião do aparelho digestivo, especialista em robótica, ex Presidente e diretor da Sociedade Brasileira de Hérnia, Dr Alexander Morrell, diferentes cirurgias no mesmo local não significam que o paciente terá uma hérnia, mas aumenta as chances dela ocorrer. “Sempre que você tem uma incisão no abdome existe uma chance de ocorrer uma hérnia no local, que acontece devido a uma fraqueza ou rompimento dos tecidos ou nos pontos que foram utilizados no fechamento desta incisão”, explica.

Entre janeiro e junho deste ano foram realizadas cerca de 11 mil cirurgias de reparo de hérnia incisional pelo SUS, em todo o Brasil, segundo dados do DataSus. A região sudeste detém o maior número de cirurgias, com aproximadamente 4,6 mil mil procedimentos.

Como é feita a cirurgia?

Existem três formas de realizar o reparo da hérnia incisional. Nas três situações o cirurgião vai identificar o defeito herniário, promover o fechamento da hérnia com pontos, suturas e promover a utilização de uma prótese, tela ou tecido sintético, que aumenta a resistência da parede abdominal.

CIRURGIA ROBÓTICA: É técnica mais inovadora e com mais benefícios ao paciente. “Começou a ser feita recentemente para o tratamento de hérnias ventrais e incisionais, como é o caso de Bolsonaro”, explica Morrell. “É uma operação minimamente invasiva, que pode corrigir grandes defeitos a partir de pequenas incisões, diminuindo as chances de infecção na ferida operatória e de complicações como seromas e hematomas. Permite uma recuperação mais rápida e um retorno mais rápido às atividades profissionais e físicas”.

Na cirurgia robótica as incisões são pequenas ( 8 mm ) e o robo facilita a atuação do cirurgião em espaços reduzidos além de ser tecnicamente mais precisa, diminuindo a dor no pós operatório e antecipando o retorno do paciente as suas atividades. “Com o robô não é necessário abrir todo o corte que foi feito para a cirurgia anterior. Atualmente considero a melhor opção, com mais vantagens ao paciente”, afirma Morrell.

VIDEOLAPAROSCOPIA: “O cirurgião utiliza pequenas incisões para poder acessar o defeito herniário e também utiliza a prótese para fechar esse defeito. É um pouco mais demorada se comparada a cirurgia robótica”.

TRADICIONAL: “O especialista vai fazer um corte no mesmo local da cirurgia anterior para permitir a correção da hérnia. A cirurgia é mais demorada e tem mais chances de complicações se comparada às técnicas minimamente invasivas”, explica Morrell.


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19/ago/2019

O doutor Alexander Morrell, cirurgião bariátrico e do aparelho – digestivo especialista em robótica, realizou duas cirurgias ao vivo durante o Curso Hernia Experience 360, que aconteceu no último final de semana, em São Paulo.

Morrell realizou, ao vivo, cirurgias de hérnia inguinal e ventral por Robótica. O evento discutiu a prevenção de complicações e a técnicas para a excelência em cirurgias de reparo de hérnias.

Mais informações sobre cirurgia bariátrica entre em contato por e-mail contato@cirurgiaobesidade.com.br.

👉 Dr. Alexander Morrell – CRM 45285/SP

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30/jul/2019

O Brasil já realizou cerca de 30 mil procedimentos com cirurgia robótica desde que a tecnologia chegou ao país. Só no ano passado foram aproximadamente 9 mil operações com o robô, sendo 2 mil operações do sistema digestivo, realizadas nos 66 sistemas instalados nos hospitais brasileiros, de acordo com a empresa que representa os robôs no Brasil.

A cirurgia robótica oferece benefícios ao paciente e ao cirurgião. De acordo com o cirurgião bariátrico e do aparelho digestivo, especialista em cirurgia robótica e presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, Alexander Morrell, a tecnologia amplia a visão do cirurgião em até 20 vezes. “Ele permite que o cirurgião tenha movimentos mais precisos e com maior amplitude – se comparado a cirurgia laparoscópica clássica -, além de ter uma visão melhor e diminuir o risco de lesões nervosas que podem levar a dor crônica”.

O paciente também tem benefícios para a recuperação. “Tem menos dor no pós-cirúrgico, a recuperação é mais rápida e o risco de infecção é menor. Isso acontece porque o robô estabiliza os instrumentos cirúrgicos e promove uma dissecção mais precisa, com menor lesão aos tecidos”, explica o cirurgião.

Apenas no Hospital São Luiz – Morumbi, onde Morrell opera, foram realizadas 998 cirurgias em três anos, com média de 38 ao mês.

O CURSO

Morrell vai coordenar o Curso de Cirurgia Robótica – “Diminuindo a Curva de Aprendizado em Cirurgia Robótica – Truques e Dicas”, com o objetivo de capacitar mais cirurgiões para trabalhar com a tecnologia.

O evento vai acontecer no dia 3 de agosto, no Instituto de Pesquisa da Rede D’Or, em São Paulo. Morrell fará cirurgias ao vivo e vai apresentar vídeos com passo a passo da operação.

As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 3093-1725 ou através do e-mail pfsilva@saoluiz.com.br


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05/jul/2019

O doutor Alexander Morrell, cirurgião bariátrico e do aparelho digestivo e presidente do capítulo de São Paulo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) participou do Barilive desta quinta-feira (4), que abordou o tema “Qual é a melhor cirurgia para mim?”.

O Barilive é um programa da SBCBM que tem o objetivo de levar informações de qualidade para a população e vai ao ar, todas às quintas-feiras, às 20 horas, ao vivo no Facebook.

Um dos primeiros pontos que Morrell esclareceu foi que o paciente precisa se enquadrar na resolução do Conselho Federal de Medicina que aponta algumas regras para a operação, além de ter indicação médica. Não basta querer fazer a cirurgia. “Como pré-requisito o paciente precisa ter obesidade há mais de cinco anos, falha no tratamento clínico com medicamentos e preencher os critérios de Índice de Massa Corpórea (IMC)”, explicou Morrell.

Cirurgia minimamente invasiva

O cirurgião é especialista em cirurgia robótica e afirma que a técnica agrega itens que a laparoscopia não permite. “A cirurgia robótica traz algumas vantagens, dependendo da adaptação do cirurgião”. disse. “Eu tenho a oportunidade operar por robô e tenho a impressão – a cada cirurgia que eu faço – que a operação por robô é melhor. Acredito que a robótica é a mais indicada em cirurgias em super obeso ou revisional”, afirmou.

A cirurgia realizada com robô tem benefícios para o paciente. “A dor na parede abdominal é um pouco menor, mas geralmente o resultado final de emagrecimento e remissão das doenças associadas é o mesmo”, explicou.

Bypass x Sleeve

As duas técnicas de cirurgia bariátrica mais realizadas atualmente no Brasil são o Sleeve (Gastrectomia Vertical) e o Bypass Gástrico.

“Muitas vezes o paciente chega ao consultório com uma técnica já escolhida, mas ainda não sabe os detalhes de cada uma delas, por isso é muito importante uma discussão e análise profunda de cada caso antes da indicação”, disse Morrell.

A técnica é indicada pelo cirurgião após uma conversa e uma análise dos exames. A escolha depende de possíveis doenças associadas à obesidade que o paciente pode ter e o histórico de doenças familiar.

Engravidar antes ou depois da bariátrica?

Muitas pacientes têm o desejo de engravidar. O mais indicado é que a mulher faça o controle do peso antes da gestação.

“A obesidade é um dos maiores fatores de infertilidade tanto no homem quanto na mulher. Há vários quesitos a serem avaliados, mas a gestação de uma paciente obesa tem mais risco do que uma não obesa. É mais saudável operar primeiro, adquirir um peso que não vai ter problemas para a gestação e depois de cerca de um ano e meio, engravidar”.


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29/maio/2019

O doutor Alexander Morrell vai apresentar uma cirurgia bariátrica robótica em 3D durante o Megaevento Campinas 2019, em São Paulo, no próximo sábado – 1 de junho.

👉 O evento reúne quatro dos maiores congressos do país e será o primeiro com apresentação de um Bypass gástrico robótico em 3D.

A programação começa na próxima quarta-feira, 29 de maio. Inscreva-se pelo sitewww.campinas19.com.br

💎 Morrell é cirurgião bariátrico e do aparelho digestivo e presidente do capítulo de São Paulo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM).

Mais informações sobre bariátrica e cirurgias da parede abdominal no sitewww.cirurgiaobesidade.com.br

 ou entre em contato por e-mail contato@cirurgiaobesidade.com.br.


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30/abr/2019

Chega a 9 mil o número de cirurgias robóticas realizadas no Brasil em 2018, sendo que dois mil procedimentos foram operações do aparelho digestivo. Só em São Paulo 20 hospitais investiram em 28 robôs para realizar a operação que agrega mais segurança ao paciente. A utilização do robô na cirurgia tem crescido principalmente nas operações do aparelho digestivo, cirurgia bariátrica e da parede abdominal.

De acordo com o cirurgião, Alexander Morrell, presidente do Capítulo de São Paulo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), especialista em cirurgia robótica, o robô é uma técnica minimamente invasiva que traz benefícios ao médico e ao paciente.

“Ele permite que o cirurgião tenha movimentos mais precisos e com maior amplitude – se comparado a cirurgia laparoscópica clássica -, além de ter uma visão melhor e diminuir o risco de lesões nervosas que podem levar a dor crônica”.

Apenas no Hospital São Luiz – Morumbi, onde Morrell opera, foram realizadas 998 cirurgias em três anos, com média de 38 ao mês.

 

Vantagens – Entre as vantagens da cirurgia robótica, se comparada às técnicas convencionais, como a cirurgia aberta e a laparoscopia estão menos dor no pós-cirúrgico, recuperação mais rápida e menor risco de infecção. “Isso acontece porque o robô estabiliza os instrumentos cirúrgicos e promove uma dissecção mais precisa, com menor lesão aos tecidos”, explicou Morrell.
Para possibilitar a cirurgia, o hospital precisa ter uma infraestrutura adequada no centro cirúrgico, além de uma equipe treinada com a nova ferramenta.

Como é feita? – Existem dois componentes na cirurgia robótica: o console de controle onde o cirurgião atua e uma unidade de braços robóticos que seguram os instrumentos cirúrgicos capazes de dissecar e suturar os tecidos. Eles atuam diretamente no paciente. O cirurgião tem acesso a um visor para examinar as imagens em 3D enviadas pela câmera de dentro do paciente, que mostram o local da cirurgia e os instrumentos, que são manipulados em tempo real pelo cirurgião.

O robô – O robô é indicado para cirurgias minimamente invasivas e considerado uma das mais importantes inovações na área da medicina deste século.

A cirurgia robótica começou a ser realizada nos Estados Unidos (EUA) nos anos 2000 e chegou ao Brasil em 2008. O equipamento é capaz de aumentar a capacidade visual do cirurgião com imagem em 3D e qualidade FULL HD. O robô também aumenta a precisão dos movimentos e permite outros que não podem ser feitos pela mão humana, como rotações com maior amplitude, por exemplo.

 

 

Veja alguns links da reportagem na mídia: 

Medicina SA

Brasil registrou mais de 9 mil cirurgias robóticas em 2018

 

Paraná Portal

Tecnologia na medicina: especialistas realizaram 9 mil cirurgias robóticas no Brasil em 2018


26/abr/2019

A obesidade afeta 18,9 milhões de brasileiros e impacta no dia a dia dessas pessoas. A doença é caracterizada pelo acumulo excessivo de gordura no corpo e precisa de tratamento.

???? A cirurgia bariátrica existe para auxiliar no emagrecimento desses pacientes. A operação – aliada à alimentação saudável e exercícios físicos – traz qualidade de vida para os pacientes, com a manutenção do peso indicado.

???? Dúvidas? Entre em contato conosco e agende a sua consulta. Nossos telefones são (11) 5539-3515 / 5539-6216.

Mais informações sobre bariátrica e cirurgias da parede abdominal no site www.cirurgiaobesidade.com.br ou entre em contato por e-mail ????contato@cirurgiaobesidade.com.br.

Dr. Alexander Morrell – CRM 45285/SP


12/abr/2019

O paciente precisa saber quem é o cirurgião que vai operá-lo. É importante pesquisar sobre o currículo, checar se é um profissional qualificado, credenciado à Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM).

– Confira o vídeo com dicas de como escolher o seu médico!

Dúvidas? Entre em contato conosco e agende a sua consulta. Nossos telefones são (11) 5539-3515 / 5539-6216.

Mais informações sobre bariátrica e cirurgias da parede abdominal no site ou entre em contato por e-mail contato@cirurgiaobesidade.com.br.

Dr. Alexander Morrell – CRM 45285/SP


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10/abr/2019

Antes de se submeter a cirurgia bariátrica, o paciente deve passar por uma série de exames e consultas com uma equipe multidisciplinar, envolvendo cardiologista, psiquiatra e/ou psicólogo, nutricionista e endocrinologista.

Essa avaliação é de extrema importância para que o paciente esclareça suas duvidas e entenda como será a cirurgia e o pós cirúrgico tendo assim melhores resultados.

As mulheres em idade reprodutiva também são orientadas a procurar uma ginecologista, já que a menstruação e a gravidez não são recomendadas no primeiro ano de pós-operatório. A cirurgia bariátrica aumenta a fertilidade e ajuda pacientes que estejam com dificuldade em programar uma gestação, alem de diminuir os riscos em uma paciente obesa.

Lembre-se que o objetivo de todos os profissionais envolvidos é auxiliar o paciente na cirurgia e no pós-operatório, realizando os possíveis tratamentos e alterações antes da cirurgia, para que se possa obter melhor resultado.

É comum que sejam solicitados vários exames laboratoriais, cardiológicos e pulmonares, alem de ultrassom abdominal e endoscopia digestiva. Uma preparação cuidadosa fará com que o resultado seja o melhor possível.

Os profissionais vão checar os diversos aspectos da saúde e preparar o paciente para as mudanças que serão apresentadas pela cirurgia.

Geralmente o paciente é orientado a perder alguns quilos antes da cirurgia, para melhorar a condição da anestesia geral e operação.

Dúvidas? Entre em contato conosco e agende a sua consulta. Nossos telefones são  (11) 5539-3515 / 5539-6216.

Mais informações sobre bariátrica e cirurgias da parede abdominal no sitewww.cirurgiaobesidade.com.br ou entre em contato por e-mail contato@cirurgiaobesidade.com.br.


Dr. Alexander Morrell – CRM 45285/SP


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