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HomeAtualidades28/05/2008 - Por que as mulheres engordam mais do que os homens?

Por que as mulheres engordam mais do que os homens?


Entenda seu corpo e aprenda a emagrecer no mesmo ritmo dele, acelerando seu metabolismo

Por Fabiana Gonçalves

Imagine um casal, a moça e o rapaz com a mesma quantidade de quilos a perder. Se ambos forem orientados para iniciar uma dieta e uma atividade física, a verdade é que ele vai dispensar o excesso bem mais rápido do que ela.

E não é porque se dedique mais. A dificuldade do sexo feminino em emagrecer vem de razões fisiológicas e genéticas, que os especialistas Filippo Pedrinola, endocrinologista, da Clínica Filippo Pedrinola e Alessandra Rascovski, e Valéria Goulart, endocrinologista e nutróloga, ambos de São Paulo, explicam a seguir. Durante os exercícios, a mulher gasta menos calorias do que o homem. Em uma hora de atividade aeróbica intensa, ela vai banir cerca de 600 calorias, enquanto que ele manda embora 800 (considerando mesma altura, peso e idade), afirma a médica. Mas, infelizmente, as diferenças a favor deles não param por aí. 

Segundo os médicos, ao contrário dos homens, elas têm mais gordura do que massa muscular. Nelas, a gordura tende a se localizar mais nos quadris, culote e nádegas, conhecida como forma de pêra. Na ala masculina, fica retida na região abdominal, criando um corpo com formato de maçã, exemplifica. O acúmulo nessa região está diretamente associado a doenças cardiovasculares, hipertensão, derrame, diabetes e infarto, explica Valéria Goulart. No entanto, eles têm a seu favor a testosterona (hormônio sexual masculino) que aumenta a massa muscular e acelera o metabolismo. Não podemos negar que há uma certa injustiça à fisiologia feminina porque, quanto maior é a quantidade de massa muscular, mais ágil é o processo metabólico. Por isso, os homens consomem mais energia do que as mulheres, declara Filippo Pedrinola. 

E lá vem os hormônios

Ainda assim os especialistas acreditam que com determinação é possível reverter o problema. Só não pense que é tão fácil, poís há outros agravantes. Existe um hormônio cientificamente conhecido como leptina, que deveria ser benéfico para o emagrecimento, mas na maioria dos casos acaba atrapalhando. Ele é produzido pelas células de gordura e age no sistema nervoso central (hipotálamo), tendo como função reduzir o apetite. Trocando em miúdos, é ele que sinaliza para o hipotálamo que é o momento de parar de comer. Ele avisa ao cérebro que controle a boca e aumente a velocidade, pois ali tem gordura excedente, explica Pedrinola. Porém, depois de eliminá-la, os níveis de leptina caem e o centro do cérebro, responsável pela fome, diz: coma!, exemplifica Valéria. Mas não é tão simples assim, queimar e pronto. Embora a leptina dê sinal de que é hora de aumentar a velocidade para jogar fora os excessos, existe uma força motora, chamada de UCP (proteína desaclopadora) que é mais lenta na mulher. E não dá conta de expulsar toda a gordura, que vai se juntando, garante Pedrinola.

Resistência à leptina

Valéria Goulart afirma que, quanto maior a quantidade de gordura no organismo, mais intenso é o nível de leptina circulante. Esse achado leva a um paradoxo, já que o elevado grau dessa proteína deveria diminuir o apetite e aumentar a queima de gordura. O que possivelmente acontece é que as pessoas acima do peso apresentem resistência a esse hormônio, considera. Segundo a médica, uma pessoa que tem esse perfil precisaria de uma proporção maior de leptina para conter a fome. Quando os níveis do hormônio diminuem, o cérebro reage economizando energia e sugerindo para comer, comer, assevera a especialista.

Segundo o endocrinologista Filippo Pedrinola, para acelerar o metabolismo, é necessário verificar antes se a termogênese (energia gasta durante e logo após a alimentação), forma 
pela qual o corpo transforma o excesso de calorias em calor (em vez de gordura), está funcionando normalmente. 

Ela é controlada pelo sistema nervoso simpático, em um processo fisiológico normal. 

Ou seja, se esta tal de termogênese funciona bem, a pessoa pode comer o quanto quiser, que o corpo vai produzir calor suficiente para eliminar. Porém, quando a termogênese não é ativada, as calorias consumidas ficam armazenadas sob forma de gordura, afirma. 
Para Pedrinola, a melhor maneira de gastar essa energia sob a forma de calor, é através da atividade física. Mas não apenas o aeróbico, como caminhada, corrida e spinning. A musculação é uma grande aliada, pois o fato de aumentar a musculatura, também acelera o metabolismo (feminino e masculino), durante e, principalmente, após os exercícios, explica. O mais indicado é fazer o anaeróbico (musculação) primeiro, seguido 
do aeróbico. É que o organismo utiliza a glicose e o glicogênio como combustível nos primeiros 30, 40 minutos da prática. A partir de então, passa a queimar o estoque de gordura.

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