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30/jul/2018

É importante lembrar que a obesidade é uma doença e a primeira opção de tratamento para se livrar do excesso de peso é o tratamento clínico, que inclui dieta, exercícios, medicação e acompanhamento de endocrinologista e nutricionista.

Também podem fazer parte da equipe um fisioterapeuta e um psicólogo. O objetivo é conscientizar o paciente da necessidade de trocar o sedentarismo e a má alimentação por hábitos de vida mais saudáveis que contemplem atividade física e dieta balanceada.

Nos casos em que a obesidade traz prejuízos à saúde e o tratamento clínico se mostra ineficaz, o tratamento cirúrgico deve ser considerado. A cirurgia bariátrica é conhecida popularmente como “redução de estômago”, mas vai muito além. Existem vários tipos de cirurgias disponíveis e cabe ao médico apresentá-los ao paciente e recomendar o mais apropriado e seguro.

Os pacientes que podem fazer a cirurgia bariátrica são aqueles com Índice de Massa Corporal (IMC) igual ou superior a 40 kg/m², que passaram pelo tratamento clínico e não obtiveram resultados satisfatórios, ou aqueles com IMC a partir de 35 kg/m² que apresentam doenças associadas à obesidade como diabetes, hipertensão arterial, dislipidemia e apneia do sono.

Saiba mais sobre cirurgia bariátrica clicando aqui.


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30/jul/2018

O Dr. Alexander Morrell foi coordenador científico da 2ª Jornada Norte/Nordeste da Sociedade Brasileira de Hérnia (SBH) que aconteceu em João Pessoa (PB), nesta quinta-feira (26).

O evento reuniu especialistas da área para discutir sobre temas como o reparo laparoscópico nas hérnias ventrais; técnica laparoscópica para tratamento de hérnia inguinal entre outros.

A Paraíba recebe, desde o último sábado (21), diversos cirurgiões que atuam no tratamento de hérnias da parede abdominal. Organizado pela SBH em parceria com a ONG Hernia International, o 6º Mutirão de Cirurgias de Hérnias vai operar 200 pacientes, que aguardavam pela cirurgia na fila do Sistema Único de Saúde, até sexta-feira (27).

 


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27/jul/2018

O tratamento das pedras da vesícula envolve uma cirurgia para retirada do órgão. Uma vez que a vesícula está doente e continua produzindo cálculos, ela tem potencial de complicações.

A remoção da vesícula biliar chama-se colecistectomia. Ela pode ser feita pela Técnica Convencional ou pela técnica videolaparoscópica.

Na Convencional é realizada uma incisão de aproximadamente 20 cm logo abaixo do gradeado costal no lado direito do abdômen e após a abertura de todas as camadas musculares o cirurgião identifica e retira o órgão.

Com a videolaparoscopia, a cirurgia é feita com quatro pequenas incisões que variam de 5 a 10 mm. Através desses furos, o cirurgião introduz os instrumentos e uma câmera de TV que amplia a imagem em 20 vezes. A internação é de 24 horas e após uma semana o paciente está apto a exercer suas atividades normais. Como as incisões são mínimas e a agressão cirúrgica muito menor, o paciente terá condições de retornar ao trabalho e as atividades físicas do dia a dia muito mais rápido.

A vesícula biliar tem uma função importante, porém quando ela deixa de funcionar por doença ou é extraída cirurgicamente, os canais biliares intra e extra-hepáticos dilatam para conter mais bile. Sem a vesícula, embora menor, a quantidade de bile é suficiente para desempenhar sua função digestiva.

O Instituto Morrell atua em diversas técnicas cirúrgicas, incluindo a remoção da vesícula. Para saber mais, entre em contato com (11) 5539-3515 / 5539-6216 e agende uma consulta.


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24/jul/2018

A Sociedade Brasileira de Hérnia, a qual sou o presidente, começou neste sábado, na Paraíba, o 6º Mutirão de Hérnia da Parede Abdominal. As cirurgias serão realizadas em cinco hospitais, sendo três deles em João Pessoa e outros dois em cidades do interior.

O Hospital Municipal Santa Isabel, em João Pessoa, cedeu um bloco com 5 salas exclusivamente para a realização das cirurgias do Mutirão. No local 120 pacientes serão operados, totalizando uma média de 20 cirurgias ao dia.

Outros 30 pacientes serão operados no Hospital Universitário de João Pessoa e 15 pessoas serão atendidas no centro cirúrgico do Hospital da Polícia Militar Edson Ramalho. Em Mamanguape, o Mutirão de hérnia acontece no Hospital Geral de Mamanguape e, em Itabaiana, no Hospital Regional da cidade.

Esta é uma ação voluntária e humanitária, realizada por 12 cirurgiões do Brasil e três cirurgiões estrangeiros.


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19/jul/2018

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15/jul/2018

Vocês sabiam que as hérnias femorais são mais comuns em mulheres? Elas surgem na virilha, imediatamente abaixo do local onde surgem as hérnias inguinais, bem no início da coxa. Neste local existe o anel femoral para a coxa e perna.

O sinal mais comum é o aparecimento de um “caroço” ou abaulamento na pele da região da face interna da coxa.

O tratamento definitivo de hérnias envolve uma cirurgia. De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal, Dr. Alexander Morrell, ao longo dos anos e após vários estudos médicos ficou claro que os músculos e tecidos da parede abdominal sofriam alterações em suas fibras colágenas e elásticas e que apesar de terem sido suturados adequadamente em um cirurgia se rompiam desenvolvendo uma nova hérnia.

Com o desenvolvimento e a utilização de modernos tecidos sintéticos, também chamados de próteses ou telas, a chance de se ter um insucesso na cirurgia caíram drasticamente.

O Instituto Morrell é especialista neste tipo de tratamento. Quer saber mais? Fique atento em nosso Facebook e Instagram. Para entrar em contato com a clínica, ligue para (11) 5539-3515 / 5539-6216 e agende a sua consulta


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13/jul/2018

13 de julho de 2018

A obesidade é causada por vários fatores, tanto genéticos quanto comportamentais. No caso das crianças que desenvolvem a doença, os hábitos vistos dentro de casa podem ter influência contam muito. De acordo com um estudo de Harvard, nos Estados Unidos, filhos de mães saudáveis são 75% menos propensos a sofrerem de excesso de peso ao longo da vida.

No caso das crianças e adolescentes que seguem um estilo de vida saudável junto de suas mães, o risco de ter obesidade é 82% mais baixo, em comparação aos que não possuem boas referências no lar. A investigação reuniu dados de quase 17 mil mulheres e seus mais de 24 mil filhos, entre 9 e 18 anos, observados em uma pesquisa durante 5 anos.

Hábitos saudáveis das mães

De acordo com os cientistas, para ajudar a proteger os pequenos da doença, é preciso seguir estes 5 hábitos:

  • Manter uma alimentação saudável
  • Fazer exercícios regularmente
  • Ter um peso considerado ideal para a idade
  • Ingerir bebida alcoólica moderadamente
  • Não fumar

Obesidade infantil

Nos Estados Unidos, uma em cada cinco crianças entre 6 e 19 anos são obesas. O quadro no Brasil também é preocupante: de acordo com uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2015, 7,8% dos adolescentes entre 13 e 17 anos tinham excesso de peso, o que pode causar problemas de saúde no futuro – como diabetes, hipertensão e enfarto.

Esse índice aumentou muito a partir dos anos 70, quando os hábitos alimentares dos brasileiros começaram a mudar. “Antigamente, a gente comia arroz, feijão, bife e salada. Hoje, cada vez mais, as pessoas consomem churrasco, fast-food, massas, além de uma grande quantidade de industrializados – e isso, com certeza, está contribuindo para a obesidade das crianças”, aponta Aline Lamaita, angiologista de São Paulo e membro do American College of Lifestyle Medicine, dos Estados Unidos.

A médica ainda destaca que, atualmente, essas mudanças afetam diretamente nossa saúde: “A tendência mundial, não só para crianças como para adultos, é que as pessoas comecem a morrer mais por doenças desencadeadas pelo estilo de vida do que por problemas crônicos e degenerativos“. Se você tem filhos, tem também um incentivo extra para transformar seus hábitos, hein?

Foto: © Thinkstock/Getty Images


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