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11/fev/2019

A obesidade pode causar uma série de doenças que diminui a qualidade de vida dos pacientes.

A cirurgia bariátrica e metabólica contribui para a remissão dessas doenças, além da perda de peso do paciente.

Conheça as doenças associadas mais comuns:

1⃣ – Pressão alta
2⃣ – Diabetes tipo 2
3⃣ – Depressão
4⃣ – Cálculos na vesícula billar
5⃣ – Doenças nas articulações (principalmente nos joelhos)
6⃣ – Dificuldade para respirar durante o sono (apneia noturna)
7⃣ – Cansaço fácil
8⃣ – Úlceras
9⃣ – Varizes de membros inferiores
1⃣0 – Impotência sexual no homem
1⃣1⃣ – Maior incidência de infarto agudo do miocárdio.

A obesidade é uma doença que precisa de tratamento. Dúvidas? Entre em contato conosco e agende a sua consulta. ???? Nossos telefones são (11) 5539-3515 / 5539-6216.

Mais informações sobre bariátrica e cirurgias da parede abdominal no site www.cirurgiaobesidade.com.br ou entre em contato por e-mail contato@cirurgiaobesidade.com.br.

Dr. Alexander Morrell – CRM 45285/SP


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01/fev/2019

O cirurgião Alexander Morrell assumiu a presidência do capítulo de São Paulo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM).

Entre as demandas, durante os dois anos de gestão, está melhorar e aprofundar as discussões sobre cirurgia bariátrica e metabólica, com o núcleo de SP.

Morrell é cirurgião do aparelho digestivo e um dos mais atuantes na área de cirurgia robótica do país.


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01/fev/2019

Hoje participei como presidente do Capítulo de SP da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica (SBCBM) do Workshop “Novas Fronteiras para o tratamento da Diabetes Tipo 2”.
O evento contou com a presença das principais sociedades médicas envolvidas no cuidado do paciente com DT2, entre elas, as sociedades Brasileiras Cardiologia, Nefrologia, Oftalmologia, Endocrinologia, Cirurgia Vascular, Hepatologia, Nutrologia e Cirurgia (Sobracil e CBC) .
Além de trazer a visão dos especialistas sobre cada aspecto da doença e suas complicações, foram apresentadas as novas tecnologias e medicamentos para o combate da doença, e em especial a Cirurgia Metabólica, regulamentada pelo CFM desde 2017.
Estamos sempre em busca da melhor e mais atual opção de tratamento que beneficie os pacientes.


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16/jan/2019

Após estabilização na perda de peso com a cirurgia bariátrica, se necessário e caso seja desejo do paciente, o cirurgião plástico pode ser consultado para a cirurgia reparadora.

O especialista plástico é quem avalia, junto ao cirurgião bariátrico, se o paciente já pode ou não operar, se são indicadas mais de uma operação plástica ou se deve ter um intervalo entre elas.

O comum é que a estabilização do peso ocorra entre um e dois anos após a cirurgia e as operações plásticas mais comuns em pacientes bariátricos são nas mamas, no abdome, nos braços, na coxa e na face.

Dúvidas? Entre em contato conosco e agende a sua consulta. Nossos telefones são (11) 5539-3515 / 5539-6216.

Dr. Alexander Morrell – CRM 45285/SP


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21/dez/2018

A atual diretoria da Sociedade Brasileira de Hérnia da Parede Abdominal (SBH) – formada pelos cirurgiões Alexander Charles Morrell (SP), presidente; Christiano Marlo Paggi Claus (PR), vice-presidente e pelo diretor executivo, Marcelo Lopes Furtado (SP) obtiveram avanços durante o biênio 2017-2018.

Entre os avanços estão a adesão de 78 novos sócios desde 2017, quando haviam 411 Associados. Em 2018, o aumento foi de 20% chegando em 489 associados.

“Trabalhamos pela inovação científica e tecnológica, pela eficiência na gestão administrativa e financeira e, especialmente, pela integração e valorização dos cirurgiões”, afirmou o presidente da SBH, cirurgião Alexander Morrell.

No ano de 2017 foram realizadas a Jornada SBH de Hérnia, em Florianópolis, e a 2ª e a 3ª Jornada Sudeste e Nordeste de Hérnia, respectivamente, no Rio de Janeiro e em Salvador, reunindo cerca de 300 participantes.

CONGRESSO

O ano de 2018 começou com o V Congresso Brasileiro de Hérnia e a VI Convenção Latinoamericana de Hérnia, realizada entre os dias 19 a 21 de abril deste ano, em Foz do Iguaçu.

Ao todo, cerca de 500 cirurgiões participaram do evento, que reuniu 80 palestrantes – nacionais e internacionais – para debater as mais recentes tecnologias mundiais no que diz respeito a cirurgia de hérnia. A programação contou com cursos, mesas redondas, simpósio, e cirurgias ao vivo.

Os palestrantes e convidados internacionais presentes no V Congresso Brasileiro de Hérnia e VI Convenção Latino Americana de Hérnia elogiaram o nível dos debates e as tecnologias utilizadas para o tratamento da patologia no Brasil.

Entre os palestrantes internacionais convidados para o Congresso e a Convenção estavam, Jorge Vera Prado (Peru) , Olga Veja Sanchez (Costa Rica) Juan Carlos Ayala Acosta (Colômbia), Pedro Villagra (Peru) Arturo Carlos Vazquez Mellado Diaz (México), Luiz Gabriel Ginzalez Higueira (Colômbia), Luiz Alberto Fernández Vázquez Mellado, Sergio Damian Madeo (Argentina), Wlilian Cobb (USA), Yuri Novistsky (USA), Dean Mikami (USA), Uber Eduardo Forgione (Argentina).

JORNADA E MUTIRÃO

Neste ano a SBH realizou a sua 2ª Jornada Norte/Nordeste, em João Pessoa, sob a coordenação científica do presidente, Alexander Morrell.
“O evento reuniu cirurgiões para discutir temas como o reparo laparoscópico nas hérnias ventrais; técnica laparoscópica para tratamento de hérnia inguinal entre outros assuntos”, relatou Morrell.

Paralelamente a Jornada, aconteceu o 6º Mutirão de Cirurgias de Hérnia, realizado pela SBH em parceria com a ONG Hernia International. Nesta edição, o Mutirão operou 200 pacientes, que aguardavam pela cirurgia na fila do Sistema Único de Saúde, em hospitais públicos de João Pessoa, Mamanguape e Itabaiana.

O número de cirurgias feitas pelo mutirão é igual ao volume de procedimentos realizados pelo SUS em um ano na região.
“Neste ano estamos ampliamos o número de pacientes que operados, bem como o número de cidades e hospitais envolvidos na ação”, explica o vice-presidente da SBH, Christiano Clauss.

E para encerrar o ano, a Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal realizou, nos dias 23 e 24 de novembro, em Cuiabá, a 2ª Jornada Centro-Oeste de Hérnia em Cuiabá (MT), que contou com a presença de cirurgiões da região.

O evento foi realizado no auditório do Conselho Federal de Medicina (CFM) do Mato Grosso, sob a coordenação dos cirurgiões Marcelo Furtado e Bernardo Figueiredo. Entre os palestrantes, os cirurgiões Diego Paim e Gustavo Soares.

Nova diretoria – A nova diretoria da SBH, para o biênio 2019-2020 – será presidida por Christiano Claus e tem como vice-presidente, Marcelo Furtado, e como diretor executivo, Gustavo Soares. A diretoria foi aclamada durante o Congresso, em Foz do Iguaçu. Eles assumem em janeiro de 2019.

“Apresentamos um projeto de continuidade e não de continuísmo. Além disso, queremos trazer os cirurgiões mais para próximo da Sociedade com ações diretas”, afirmou Claus. Ele reforçou que o compromisso será com a valorização profissional, a excelência e a assistência ao paciente. “Queremos divulgar mais a cirurgia de hérnia e novas tecnologias”, ressaltou Christiano.

Para o atual presidente da SBH, Alexander Morrell, a entidade avança a cada gestão. “Temos trabalhado para promover ações de incentivo à pesquisa e atualização científica em todo o Brasil, visando sempre a excelência profissional e a perfeita conduta ética do médico cirurgião”, finalizou Alexander Morrell.


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09/dez/2018

Entre as 26.668 pessoas que passaram por cirurgia de hérnia de janeiro a junho deste ano em São Paulo, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), apenas 214 foram submetidas ao procedimento por videolaparoscopia, de acordo com dados do DataSus.  Este dado representa que uma  a cada 124 cirurgias de hérnia é realizada por videolaparoscopia  no estado.

Do total de operações, 26.268 foram  de hérnias da parede abdominal, sendo que em apenas 9 casos de hérnia epigástrica, 65 de hérnia umbilical e 140 casos de hérnia inguinal foram feitas  por vídeolaparoscoia.

Na cirurgia laparoscópica são realizadas apenas quatro  incisões de no máximo 1 cm. Já no caso da cirurgia aberta  a incisão é entre 15 cm e 20 cm. Entre as vantagens da cirurgia feita por vídeolaparoscopia estão menos dor no pós-operatório, com uma  recuperação mais rápida.

“Além disso é importante destacar a precisão dos movimentos durante o procedimento. É o método mais indicado principalmente nas cirurgias de hérnias incisionais”, afirmou o cirurgião e presidente da Sociedade Brasileira de Hérnias (SBH), Alexander Morrell.

A videolaparoscopia também reduz o tempo de recuperação da operação. “O índice de complicações abdominais e infecciosas são muito menores, além de resguardar a parte estética e provocar menos dor. O paciente é liberado para voltar às atividades normais em uma semana, já na cirurgia aberta o tempo é maior devido a demora na cicatrização do corte”, explicou.

Entre janeiro de 2017 e junho deste ano foram realizadas 78 mil cirurgias de hérnias  no estado, sendo que 77 mil são da parede abdominal e 355 foram com videolaparoscopia.

O que é – A hérnia é um defeito ou um orifício nos músculos do abdome que permite que o intestino ou uma porção de gordura protrua (passe) através dele. As hérnias não desaparecem sozinhas e a única forma de curá-las é a cirurgia.

Cerca de 20 a 25% da população adulta brasileira é afetada por esta patologia, sendo que as hérnias da parede abdominal representam a cirurgia mais frequentemente realizadas por cirurgiões gerais. Ao todo, são realizados 350 mil procedimentos ao ano no Brasil.

“Técnicas menos agressivas de tratamento e novos materiais cirúrgicos têm sido cada vez mais utilizados para melhorar os resultados e beneficiar os pacientes”, conta Morrell.

As hérnias ocorrem principalmente na virilha (hérnia inguinal), no umbigo (hérnia umbilical) e no local onde foi realizada previamente uma cirurgia (hérnia incisional).

Sintomas – O problema causa grande desconforto, formigamentos, queimação e dores quando existe algum tipo de esforço físico, de acordo com Alexander Morrell.

O sinal mais comum é um abaulamento ou “caroço” na pele da região da virilha ou face interna da coxa (hérnias inguinais e femorais) ou próximo do umbigo (hérnia umbilical e hérnia epigástrica) que desaparece quando se deita e surge novamente quando se levanta. “Dor no abdome, na virilha, na coxa e no umbigo durante um esforço físico também pode estar presente. Nos homens, a dor de uma hérnia inguinal pode irradiar para os testículos”, disse Morrell.

Segundo o cirurgião, a doença pode evoluir e causar problemas mais graves. “Dor forte, intensa com inchaço pronunciado e súbito seguido ou não de náuseas ou vômitos, com parada de eliminação de gases ou fezes são sintomas da maior e mais grave complicação que é o encarceramento da hérnia”, explica. Se não tratada pode evoluir para o estrangulamento sendo uma condição grave e que ameaça a vida. Requer tratamento cirúrgico de emergência.

Conheça os Tipos de Hérnias Abdominais:

Hérnia inguinal (virilha)

Nesta região existe um orifício natural por onde passam os vasos (artérias, veias) e nervos para os testículos transformando-se em uma área mais fraca de parede abdominal. “Algumas pessoas já nascem com a hérnia mas ela só se manifesta na idade adulta com a fraqueza da musculatura”, explica o especialista, Alexander Morrell.

Hérnia de Hiato (estômago)

Trata-se de  um defeito no músculo diafragma que faz com que o estômago suba para dentro do tórax. “Com a doença, o mecanismo que impede que o ácido do estômago suba ao esôfago deixa de existir. O ácido causa queimação, azia, dores do peito e empachamento, quando o paciente se deita”, afirmou Morrell.

Hérnia Femoral (virilha)

Vocês sabiam que as hérnias femorais são mais comuns em mulheres? “Elas surgem na virilha, imediatamente abaixo do local onde surgem as hérnias inguinais, bem no início da coxa. Neste local existe o anel femoral para a coxa e perna”, explica.

O sinal mais comum é o aparecimento de um “caroço” ou abaulamento na pele da região da face interna da coxa.

Hérnia Umbilical

Provocadas por uma fraqueza no local por onde passou o cordão umbilical, ocorre no umbigo e ao seu redor. O tratamento cirúrgico é a única solução para correção definitiva.

“A cirurgia demora cerca de 30 a 40 minutos e pode ser realizada com dois tipos de anestesias. O período de internamento é de 24 horas e a recuperação completa do paciente acontece em uma semana”, explicou Morrell.

Hérnia Incisional

É o tipo que ocorre em algum local de incisão cirúrgica, devido a uma ruptura das suturas internas. A cirurgia de reparação pode ser realizada de forma convencional ou por videolaparoscopia.

 

O que pode causar hérnia?

De acordo com Morrell, alguns hábitos diários podem facilitar o aparecimento de hérnias. Conheça:

 

1 – Levantar objetos pesados do chão abruptamente

2 – Esforço de tosse

3 – Esforço para a evacuação intestinal/obstipação

4 – Esforço para urinar / prostatismo

5 – Obesidade

6 – Condições congênitas

7 – Processo de envelhecimento natural


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05/dez/2018

O cirurgião Alexander Morrell participou, nesta terça-feira (04) do Barilive, transmissão ao vivo  da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM). O tema debatido foi “Como escolher o seu cirurgião”.

O cirurgião bariátrico e que também é o presidente da Sociedade Brasileira de Hérnia da Parede Abdominal (SBH) falou sobre a importância da relação de confiança entre o médico e o paciente, sobre os procedimentos pré e pós-operatório e sobre o que o paciente deve levar em consideração antes de escolher o médico que fará a sua cirurgia.

Segundo ele, um dos primeiros filtros que o paciente deve considerar na hora de fazer a escolha, é se o cirurgião é ou não associado à Sociedade, onde existem mecanismos de avaliação para os profissionais. “Passam por uma comissão de avaliação, são profissionais que frequentemente estão em eventos, em congressos, encontros. São obrigados a serem avaliados pelos seus pares, seus colegas da sociedade. É um cirurgião que está sempre atualizado”, explicou Morrell.

É comum os pacientes chegarem ao consultório médico por indicação de amigos ou do seguro de saúde ou porque conhecem o trabalho do cirurgião por redes sociais e outros meios de comunicação.  “Primeiro o paciente precisa ter certeza que ele quer operar, se ele é um candidato para a cirurgia [com avaliação dos especialistas] e tem que ter um cirurgião qualificado. O paciente precisa pesquisar antes de chegar ao cirurgião”, disse Morrell. “Se for viajar, você vai pesquisar sobre o lugar para onde vai, por que não pesquisar sobre o cirurgião que vai te operar?”.

A obesidade já atinge 18,9% dos brasileiros. “Vejo a popularização da bariátrica porque o tratamento é reconhecidamente muito eficaz. As pessoas buscam o tratamento mais cedo hoje. Mas não podem procurar como algo mágico, apenas como uma meta, e esquecer que tem que continuar o tratamento para evitar que haja uma descompensação de todos os outros problemas”, alertou Elias.

Cirurgia robótica

Entre os temas abordados estão a cirurgia robótica, uma das áreas de atuação do Dr Morrel. Para ele, a cirurgia robótica veio com o benefício de aprimorar o que já é feito com a cirurgia laparoscópica, trazendo mais segurança para o cirurgião e para o paciente. “Toda tecnologia que vem agregar segurança é muito bem vinda. É muito difícil operar um paciente extremamente obeso na forma convencional. A laparoscopia veio para ajudar o médico e o paciente, promovendo menor dor, uma recuperação mais rápida e visualização melhor do campo operatório. Agora, o robô acrescenta algumas vantagens à vídeo, tentando corrigir algumas dificuldades que temos e que talvez seja um pouco melhor. Desde que você possa usar essa ferramenta eu acho muito bom, principalmente em pacientes superobesos e cirurgia revisional”, disse Morrell

O Barilive tem como objetivo levar informação de qualidade sobre cirurgia bariátrica e metabólica para a população e é transmitido ao vivo pelo Facebook, todas as terças-feiras, às 20 horas. Também participaram do programa os cirurgiões Alexandre Elias e Tiago Szego.


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05/dez/2018

O Dr. Alexander Morrell, presidente da Sociedade Brasileira de Hérnia (SBH), participou como palestrante do Curso Continuado de Vídeo-Cirurgia da Sociedade Brasileira de Cirurgia (SOBRACIL), no último sábado (18).

O curso teve como tema “Hérnias da parede abdominal: do simples ao complicado” e reuniu diversos especialistas da área.

A programação científica contou com temas como as hernioplastias inguinais laparoscópicas; hernioplastiais incisionais laparoscópicas e uma transmissão de cirurgia robótica ao vivo. Morrell palestrou para os médicos inscritos sobre as “Alternativas Laparoscópicas nas Hérnias fora da Linha Média”.


25/nov/2018

A Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH) realiza, até sexta-feira (27), cerca de 200 cirurgias de hérnia em hospitais públicos de João Pessoa, Mamanguape e Itabaiana, na Paraíba. A ação faz parte da 6ª edição do Mutirão de Cirurgias de Hérnia da parede abdominal, que acontece entre os dias 21 e 27 de julho, em parceria com a ONG Hérnia Internacional.

As cirurgias acontecem em cinco hospitais, sendo três deles em João Pessoa e outros dois nas cidades do interior.

“Os pacientes beneficiados são os que estão na fila do SUS (Sistema Único de Saúde) que chegam a esperar até dois anos. Com essa ação, nós esperamos reduzir para uma semana esse tempo de espera”, afirma Alexander Morrell, presidente da Sociedade Brasileira de Hérnia.

Confira o vídeo abaixo:

Curta e compartilhe esse vídeo, assim você nos ajuda a divulgar essa ação e prestigiar a Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal


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21/nov/2018

A Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal (SBH) – em parceria com a ONG Hernia Internacional –  promove entre os dias 21 e 27 de julho, na Paraíba, um Mutirão de Cirurgias. Serão realizadas cerca de 200 cirurgias em hospitais localizados nas cidades de João Pessoa, Mamanguape e Itabaiana.

O presidente da Sociedade Brasileira de Hérnia, Alexander Morrell, conta que está é a 6ª edição do mutirão realizado pela SBH e ONG Hérnia Internacional.

“Neste ano estamos ampliando o número de pacientes que serão operados, bem como o número de cidades e hospitais envolvidos na ação”, explica Morrell.

Os pacientes que serão operados no mutirão são os que aguardam a mais tempo na fila do Sistema Único de Saúde (SUS) para fazer a cirurgia, o que varia entre um e dois anos de espera.

As hérnias da parede abdominal afetam cerca de 20 a 25% da população adulta brasileira e representam a cirurgia mais realizada por cirurgiões gerais. Elas ocorrem principalmente na virilha (hérnia inguinal), no umbigo (hérnia umbilical) e no local onde foi realizada previamente uma cirurgia (hérnia incisional).

 

Locais de cirurgia – As cirurgias serão realizadas em cinco hospitais, sendo três deles em  João Pessoa e outros dois em cidades do interior. O Hospital Municipal Santa Isabel, em João Pessoa, cedeu um bloco com 5 salas exclusivamente para a realização das cirurgias do Mutirão. No local 120 pacientes serão operados, totalizando uma média de 20 cirurgias ao dia.

Outros 30 pacientes serão operados no Hospital Universitário de João Pessoa e 15 pessoas serão atendidas no centro cirúrgico do Hospital da Polícia Militar Edson Ramalho. Em Mamanguape, o Mutirão de hérnia acontece no Hospital Geral de Mamanguape e, em Itabaiana, no Hospital Regional da cidade.

O Vice-Presidente da SBH e coordenador geral do mutirão, Christiano Claus, ressalta que esta é uma ação voluntária e humanitária, realizada por 12 cirurgiões do Brasil e três cirurgiões estrangeiros.

“O nosso objetivo é contribuir para tentar reduzir a fila de espera pelo procedimento, tendo em vista que a hérnia é uma das patologias mais frequentes não apenas na Paraíba mas em todo o Brasil”, destaca Clauss. “É uma missão voluntária e humanitária, que fará em uma semana o mesmo volume de procedimentos realizados em um ano nestas regiões”, completa Clauss.

A ONG Hérnia Internacional é uma instituição 100% voluntária que criou o projeto Operation Hernia (Operação Hérnia) há mais de 10 anos , com o objetivo de realizar missões humanitárias de cirurgia de hérnia. A ONG promove mutirões em cerca de 28 países, especialmente, naqueles que possuem menos condições de acesso a sistemas de saúde como como o Camboja, Quênia, Etiópia, Uganda e Paquistão.

Cenário Local – Já o cirurgião Péricles Oliveira, coordenador local do evento, destaca que o Mutirão de Hérnia na Paraíba é uma forma humanitária de promover o atendimento de pessoas aguardavam na fila pelo procedimento.

“Temos uma demanda grande na Paraíba e este mutirão trará os resultados tão aguardados pelos pacientes do nosso estado”, completou Péricles. Segundo ele, serão realizadas cirurgias abertas e por videolaparoscopia, em pacientes com diferentes tipos de hérnias abdominais.

Na semana do Mutirão, no dia 26 de julho, acontece ainda a 2ª Jornada Norte/Nordeste de Hérnia, em João Pessoa. Na oportunidade serão abordados temas como as atualizações em cirurgias de hérnias e uso de telas, resultados e preparo do paciente.

 

Maiores informações sobre o Mutirão e a Jornada da SBH podem ser encontradas no site  www.sbhernia.com.br/5mutirao.asp e www.sbh.com.br


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